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Atrás da fronteira: histórico GP De Pau

TEXTO E FOTOS: UNAI ONA

Há um mês participamos do Grande Prêmio Histórico de Pau, realizada durante o fim de semana de 19 a 21 de maio. O GP de Pau, disputado em circuito urbano e de onde deriva a sua variante clássica, foi sempre uma das grandes corridas do calendário, estando entre os seus vários pilotos vencedores da estatura de Louis Renault, Tazio Nuvolari, Juan Manuel Fangio, Alberto Ascari, Jim Clark ou Jackie Stewart, entre outros.

A primeira edição foi disputada no ano de 1901, sendo usado pela primeira vez na história o apelido de Grande Prêmio. A segunda teve que esperar muito tempo, pois foi realizada em 1933, para continuar entre 1935 e 1939. O Grande Prêmio de Pau foi disputado após a Segunda Guerra Mundial entre 1946 e 1963 (exceto em 1953) como um evento sem pontuação dos campeonatos de Fórmula 1 e Fórmula 2, para mais tarde fazer parte dos campeonatos da Fórmula 2 da França e da Europa até 1984, e da International Formula 3000 de 1985 a 1998. Desde então e até o presente, tem sido usado para conjuntos de várias categorias.

GP HISTÓRICO DA PAU: AS CATEGORIAS

Feito este esboço histórico, diremos que o Grande Prêmio histórico evoca os melhores anos da circuito de rua de abutre 2.760 metros de extensão, apenas uma semana após o GP propriamente dito. Um evento esportivo para clássicos em que se prepara um coquetel de competições, desfiles, clubes, exposições de colecionadores e passeios privados pelo percurso.

Sete são as churrasqueiras do qual você pode desfrutar durante o fim de semana:

  • Fórmula Ford: O F2, apresentado este ano, que mantém as configurações técnicas originais e não tolera modificações. Nesta categoria, a maior prioridade é dada à pilotagem.

  • HTCC: Carros históricos participando do campeonato europeu. Está organizado em duas categorias distintas: Automóveis de passageiros standard (Grupos 1 e N), que incluem BMW de todos os tipos, Alfa Romeo GTV e 75, Ford RS e Capri, Peugeot múltiplo, Honda Civic e Renault GT, entre outros; e automóveis de passageiros melhorados.

  • Avenir Cup: pequenos reboques dos anos setenta com motor de seis cilindros e caixa de câmbio fabricados por Mike Hewland.

  • Legends Car Cup: Criada em 1992 nos Estados Unidos, a LCC é hoje uma disciplina internacional por direito próprio, da Suécia ao México, do Brasil à Rússia, passando pelo Marrocos e por toda a Europa. Os contendores são uma espécie de Hot Rods de corrida.

  • Mini Trophy: Pura mordida entre os pilotos franceses e britânicos com esses assassinos ágeis e minúsculos.

  • Legendary Circuits Series: Composto por GT's até 1971 com motores de menos de 2 litros. A adrenalina é garantida.

No entanto, o destaque do GP Histórico de Pau são os Bugatti, correndo em uma das poucas pistas europeias onde é emocionante vê-los arremessados ​​a toda velocidade. Por exemplo, ser capaz de contemplar cerca de 20 desses carros de corrida se seguindo furiosamente e avançando é a coisa mais próxima de se teletransportar para a década de 20; Eles vão muito rápido e a imagem e o som, assim como as cruzadas, são simplesmente avassaladores.

NÃO APENAS CORRIDAS: 450 CLÁSSICOS EM EXPOSIÇÃO

Por fim, informamos que este ano houve uma mudança de organização, embora isso não tenha significado uma diminuição do número de pessoas ou participantes com seus clássicos. Pelo contrário: ambiente totalmente embalado e ideal. Parece que no país vizinho está tudo a correr bem, Pau tem estado repleto de exposições e, sobretudo, de encontros de fãs-clubes.

E o fato é que este evento não se trata apenas de competição: a área montada para clubes e colecionadores no topo do circuito, o Parque Beaumont, completa um ambiente perfeito. Ali, entre mais de 450 veículos, tivemos o privilégio de conhecer os membros da Associação Aragonês de Esportes Clássicos, que não queriam faltar a um encontro anual que nenhum torcedor do nordeste da península deveria faltar.

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Unai Ona

Escrito por Unai Ona

Unai Ona viaja por toda a Europa para falar sobre os melhores eventos do Velho Continente. Fotógrafo de primeira, não se cansa de imortalizar a beleza dos grandes clássicos do pré e pós-guerra, sua verdadeira paixão ...

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